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Game: Alice Madness Returns

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Boa tarde meus amores, tudo bem com vocês? Hoje está muito frio, pelo menos aqui na minha cidade, ultimamente eu estou sem nenhuma novidade, tudo a mesma coisa, acho que a unica novidade é que vou no teatro quinta, ver a ultima música, ano passado também teve, mas eu não vi, nem lembro mais qual eu vi, mas não foi essa .q Enfim ~ Ultimamente eu estou procurando jogos para eu jogar, tanto de Xbox, quanto para pc, eu zerei no modo médio o Alice Madsness Returns, já ouviram falar ? É um dos meu jogos prediletos, eu estou zerando agora em modo difícil, é super legal e acho que vocês vão gostar, por isso trouxe hoje uma postagem falando do jogo e de uma CreepPasta(Ou história verdadeira da Alice, quem sabe)




Primeiro irei falar sobre algumas teorias e depois sobre o game, okay ?

A história de Alice é, na realidade, triste. Lembrem-se que os grandes contos de fadas são de outra época, a realidade era diferente e os valores extremamente conservadores. Então, ter uma filha esquizofrênica era considerado uma aberração, um crime. Os pais de Alice decidiram deixa-la em um sanatório, e ela permanecia, na maior parte do tempo, dopada. Quando não estava sob efeito de remédios, era violentada pelos funcionários. A menina tinha apenas 11 anos. Cada um dos personagens e objetos da história, tem a ver com um desejo ou experiência de Alice. O buraco pelo qual ela entra no País das Maravilhas, é, na verdade, uma janela de seu quarto, onde ficou presa durante toda a vida, pela qual ela desejava sair e conhecer o mundo à sua volta. O coelho branco, para ela, representava o tempo. Aquele tempo que ela desejava que passasse logo, para que um dia ela pudesse sair daquele lugar. O tempo que ela via passar tão rápido, porém tão lento… O Chapeleiro Maluco, era outro interno, seu melhor amigo. Alguém que deixava sua vida no hospital menos amargurada, com quem criava várias teorias de como seria a vida lá fora. O rapaz, em realidade, sofria de Síndrome Bipolar, por isso a personalidade do Chapeleiro na história, o mostrava ora alegre, ora depressivo, ora calmo, ora irritado. A Lebre, companheira do Chapeleiro, era a menina que dividia o quarto com ele. Ela sofria de depressão profunda, e todas as vezes que Alice teve contato com ela, encontrou-a num estado de terror e paranoia. O gato de Cheshire: um dos enfermeiros, em quem Alice confiou, mas acabou por enganá-la e violenta-la. O sorriso do gato, aquele que é tão marcado, era na verdade o sorriso obscuro que seu agressor abria, cada vez que lhe abusava, e a deixava jogada em um canto de sua acomodação, derrotada, triste e ofuscada. A Rainha de Copas: a diretora do sanatório. Uma mulher má e desprezível, que não sentia sequer um pingo de compaixão para com os enfermos que estavam sob seus cuidados. Era a favor da terapia de choque e da lobotomia, e por diversas vezes ordenava que os funcionários espancassem, sedassem e prendessem em jaulas os enfermos que apresentavam comportamento que não lhe agradavam. A Rainha Branca: sua mãe, uma mulher nobre e terna, que sofreu na pele o preconceito de ter uma filha doente, tendo que abandonar a menina em um sanatório, e nunca mais voltar a vê-la. As vagas lembranças que Alice possuía, era de momentos com sua mãe, e o motivo dela pensar que o mundo fora dos muros do hospital era um lugar melhor, era saber que a mãe estava lá, em algum lugar, para lhe cuidar. Os Naipes: enfermeiros do hospital, apenas seguindo ordens o dia inteiro. A Lagarta Azul: sua terapeuta, aquela que lhe dava as respostas, que lhe explicava o que acontecia e com quem ela conversava. Tweedledum e Tweedledee: gêmeos siameses órfãos, que também estavam no hospital. Embora não possuíssem nenhum problema mental que justificasse sua internação, a aparência que tinham era assustadora, por isso foram reclusos. O Rei de Copas: o médico psiquiatra do hospital. Alguém com complexo de inferioridade, que era incapaz de se opor às ordens da diretora. Os frascos “Coma-me” e “Beba-me”: as drogas que lhe davam. Por serem extremamente fortes, por várias vezes Alice tinha sensações diferentes e alucinações, bem como se tivesse encolhido ou aumentado de tamanho.
Sobre o jogo
 
Agora irei falar um pouquinho sobre o jogo, sobre a história e tudo mais.

Há onze anos, um incêndio terrível deixou a Alice sem família e com a mente horrivelmente marcada. Depois foi internada no Asilo de Rutledge, onde tentou enfrentar os seus demónios mergulhando ainda mais no mundo de fantasia do País das Maravilhas. Agora, dez anos depois, ela finalmente conseguiu ser liberta, mas ainda carrega o pesado fardo psicológico do trágico acontecimento. Com a sua mente em farrapos, ela não consegue resolver o medo criado pelas estranhas recordações, sonhos e visões. Talvez tenha melhores resultados no País das Maravilhas. Sempre teve. Ela viaja até lá, em busca do que o mundo “real” não lhe dá: segurança, conhecimento e a verdade sobre o passado. Mas, na sua ausência, o País das Maravilhas também sofreu. Algo correu muito mal e agora um grande mal abate-se sobre o que em tempos foi o seu belo refúgio. A Alice conseguirá salvar o País das Maravilhas e a si própria da loucura que ambos consome? Espero que joguem *u*
Por enquanto é isso *u* ~ Chu.

4 comentários:

  1. Fiquei louca pra baixar, mas minha internet lixinho não permite :c Enfim, vou pôr banda larga em breve, então vou deixar favoritado pra lembrar de baixar >.< SUHAUHSAHU sobre a CreepyPasta, eu já tinha lido e nem fiquei "assustada" (olha que criança prodígio), mas aí tive a brilhante ideia de fazer uma pesquisa profunda sobre lobotomia... Triste história de uma garota com medo de dormir >.< HUASUHSAHUAS

    Kissus ♥ || Empire Kawaii

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    1. Sim, eu amo essa história, ela é bem profunda *u*

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  2. Cara, o jogo parece ser bem legal! Mais o ruim é eu ter tempo para jogar ;s Mais vou ver se arrumo um tempo haha'

    @DR ~ ✰

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    1. Tenta arrumar por que vale muito a pena *u*

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